Boleto registrado: a regra é clara

Antes de começarmos, é importante fazermos a diferenciação entre boleto com registro e sem registro, algo que parece simples, mas costuma confundir quem utiliza esse meio de pagamento para receber de seus clientes.

O boleto sem registro, modalidade amplamente utilizada, é um documento que não tem passagem pelo Banco Central. É uma cobrança, de certa forma, inexistente para o sistema bancário. Pode ser comparado a uma transferência bancária, que só existe a partir do momento que é feita. O boleto sem registro é assim, ele só existe a partir do momento em que é pago.

Já o boleto registrado possui esse lastro junto ao BACEN, é uma cobrança existente independentemente do pagamento. Isso quer dizer que pode ser protestado em cartório no caso de inadimplência e passa a ter seu histórico de registrado.

 

Fim do boleto sem registro

Em 2017, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) lançou a Nova Plataforma da Cobrança, um sistema desenvolvido com o objetivo de modernizar o processo de liquidação dos boletos bancários, e aumentar o controle, a segurança e o nível de confiabilidade dos usuários.

Com isso, foi estabelecido um cronograma para a implementação total do boleto registrado, tendo como data final de transição outubro de 2018.

 

O que muda?

Para quem usa sistemas bancários, é possível que se note aumento no valor das tarifas de emissão, baixa e segunda via.

Já para os clientes que resolveram simplificar, e usam o sistema do Plipag, essa mudança não altera em nada o processo ou a tarifação, que acontece apenas quando o boleto é pago pelo cliente. Sem custo de emissão e de segunda via, com toda a segurança que os boletos registrados trazem.

 

E aí, vamos simplificar?

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